O piloto Kimi Antonelli descreveu como "muito difícil" a experiência de pilotar a versão atualizada do carro da Mercedes durante o fim de semana do Grande Prêmio de Singapura. Após conquistar a sétima posição na qualificação para a corrida Sprint, o competidor italiano admitiu que o pacote técnico tem se mostrado imprevisível e complexo de dominar no circuito de Marina Bay.
Divergência técnica na garagem da Mercedes
A equipe alemã tomou a decisão estratégica de dividir as especificações dos carros para esta etapa. Enquanto George Russell retornou à configuração utilizada no Azerbaijão, Antonelli permaneceu com a atualização introduzida anteriormente na Malásia. A medida foi adotada após os dados coletados em Sepang apresentarem resultados inconclusivos sobre o desempenho real das novas peças.
Desempenho contrastante entre os pilotos
O impacto da escolha técnica ficou evidente nas tabelas de tempos. George Russell liderou o único treino livre de sexta-feira e garantiu a segunda colocação na qualificação Sprint. Em contrapartida, Antonelli enfrentou dificuldades constantes, terminando ambas as sessões na sétima posição, visivelmente distante do ritmo apresentado pelo seu companheiro de equipe.
Busca por soluções para o restante do fim de semana
Ao analisar o comportamento do bólido, Antonelli destacou a instabilidade do conjunto. "O carro é muito difícil, muito imprevisível e é um desafio completar uma volta limpa", afirmou o piloto. Ele ressaltou que a equipe, liderada pelo engenheiro Pete Bonnington, trabalha intensamente para encontrar ajustes que permitam reduzir a desvantagem de desempenho observada até o momento.
Para mais informações sobre o campeonato, acompanhe as atualizações oficiais no portal da Formula 1. O desafio agora é entender se a equipe conseguirá otimizar o pacote atual ou se o restante da etapa seguirá como um teste de resiliência para o jovem piloto italiano.

