Clube carioca inicia reformulação visando retorno à elite do voleibol brasileiro após rebaixamento.

O Tijuca Tênis Clube deu o pontapé inicial na montagem de seu novo elenco para a disputa da Superliga B na temporada 2026/2027. A diretoria carioca confirmou a chegada dos primeiros reforços após um período de intensa reestruturação interna no voleibol.

A movimentação no mercado ocorre após o rebaixamento da equipe para a segunda divisão nacional na última temporada. O objetivo principal da gestão é estruturar um grupo altamente competitivo para buscar o acesso imediato e a consolidação na elite do esporte, conforme informação divulgada por WEBVOLEI.

Para liderar essa nova fase dentro das quadras, a instituição apostou na contratação de um nome experiente no cenário nacional e internacional para o cargo de treinador, trazendo novidades importantes para a comissão técnica e o planejamento estratégico do clube.

Novas atletas contratadas pelo Tijuca

Ao todo, nove atletas foram oficialmente confirmadas pela diretoria para compor o plantel nesta nova jornada esportiva. O grupo agora conta com as ponteiras Milena Vilela, Bárbara Koehler e Nicoll Torres, além das levantadoras Istefani e Laura Canedo.

O elenco também foi reforçado com as centrais Hellen Menezes e Isa Venâncio, a experiente líbero Joseline Landeros e a oposta Jaqueline. A estratégia da comissão técnica é mesclar atletas experientes com jovens talentos promissores ao longo da competição.

Chegada do técnico Marcos Miranda

Para comandar o projeto ambicioso na Superliga B, o Tijuca acertou a contratação do técnico Marcos Miranda, que deixou o Fluminense ao término da última temporada. O comandante possui passagens marcantes por clubes nacionais, internacionais e pela Seleção Brasileira.

A chegada do experiente treinador tem como missão principal desenvolver o potencial do elenco e estruturar uma equipe competitiva, capaz de enfrentar os desafios da divisão de acesso e devolver o clube ao topo do voleibol nacional.

Reformulação e saídas importantes

A reformulação profunda do plantel também exigiu a reposição de peças fundamentais que deixaram a instituição após o término da última temporada. Algumas atletas seguiram novos rumos em outras equipes de destaque no cenário brasileiro.

A ponteira Ariele acertou a sua transferência para o Sesc RJ Flamengo, a líbero Lelê foi contratada pelo Sesi Bauru, e a ponteira Paula Mohr seguiu para defender as cores do Batavo Mackenzie, movimentando o mercado do voleibol feminino.

Perguntas Frequentes

Quem é o novo técnico do Tijuca para a Superliga B?

O novo treinador do Tijuca é Marcos Miranda, que deixou o Fluminense ao fim da última temporada e possui passagens pela Seleção Brasileira.

Quais jogadoras foram contratadas pelo Tijuca?

O Tijuca confirmou nove atletas, incluindo as ponteiras Milena Vilela, Bárbara Koehler e Nicoll Torres, as levantadoras Istefani e Laura Canedo, as centrais Hellen Menezes e Isa Venâncio, a líbero Joseline Landeros e a oposta Jaqueline.

Por que o Tijuca está disputando a Superliga B?

O clube carioca disputa a Superliga B após sofrer o rebaixamento na temporada anterior, buscando agora uma reformulação para retornar à elite do voleibol brasileiro.

Onde jogadoras que deixaram o Tijuca vão atuar?

A ponteira Ariele foi para o Sesc RJ Flamengo, a líbero Lelê assinou com o Sesi Bauru e a ponteira Paula Mohr transferiu-se para o Batavo Mackenzie.