A competição nacional de vôlei reúne dezenas de atletas de fora do país em 11 equipes participantes.

A Superliga Feminina 2026/27 tem início neste sábado, às 18h30, com a partida de abertura entre o Gerdau Minas e o Brusque, em Belo Horizonte. A disputa começa reunindo um total de 25 jogadoras estrangeiras distribuídas por 11 dos 12 clubes participantes da elite do vôlei nacional.

Equipes tradicionais como o Gerdau Minas, o Osasco São Cristóvão Saúde, o Sesi Bauru e o Brusque lideram a lista ao contarem com três atletas nascidas fora do país cada em seus elencos para esta temporada. A competição promete alto nível técnico com reforços internacionais de peso, conforme informação divulgada por WEBVOLEI.

O Dentil Praia Clube inicia a defesa do seu título contando com duas ponteiras estrangeiras, enquanto outros clubes tradicionais também investiram em talentos do exterior para buscar o troféu mais cobiçado do voleibol brasileiro ao longo dos próximos meses.

Clubes com mais estrangeiras na Superliga

Os times Gerdau Minas, Osasco São Cristóvão Saúde, Sesi Bauru e Brusque lideram a relação geral ao registrarem três jogadoras estrangeiras em cada um de seus plantéis oficiais para o torneio.

Enquanto isso, agremiações como Batavo Mackenzie, Brasília Vôlei, Dentil Praia Clube, Esporte Clube Pinheiros, Sancor Londrina e Sesc RJ Flamengo contam com duas atletas estrangeiras cada em suas formações atuais.

Destaques internacionais no vôlei brasileiro

O Gerdau Minas conta com a levantadora polonesa Julia Nowicka, a ponteira canadense Hilary Johnson e a dominicana Flormarie Heredia. Em quadra, a equipe mineira busca manter o protagonismo nacional.

O Osasco reuniu a levantadora italiana Marta Bechis, a ponteira italiana Anastasia Guerra e a oposta polonesa Magdalena Stysiak. Já o Sesi Bauru aposta na americana Morgahn Fingall, na venezuelana Roslandy Acosta e na mexicana Sofia Maldonado.

Situação dos elencos e regras de contagem

O Sesc RJ Flamengo conta com a americana Simone Lee e a central sérvia Minja Osmajic. Minja substitui Masa Kirov na relação oficial e se recupera de uma fratura na mão direita.

Vale destacar que a atleta Júlia de Paula, do Fluminense, nasceu no Brasil mas atua pela seleção da Espanha, ficando de fora da contagem oficial de 25 atletas estrangeiras nascidas fora do país.

Perguntas Frequentes

Quando começa a Superliga Feminina 2026/27?

A competição tem início neste sábado, dia 17 de outubro, com a partida entre Gerdau Minas e Brusque, em Belo Horizonte.

Quantas jogadoras estrangeiras disputam o campeonato?

A edição conta com 25 jogadoras estrangeiras distribuídas por 11 dos 12 clubes participantes da Superliga Feminina.

Quais clubes têm mais estrangeiras na Superliga?

Gerdau Minas, Osasco São Cristóvão Saúde, Sesi Bauru e Brusque lideram com três atletas estrangeiras cada em seus elencos.